| Denomimaçao Especifica: | Amperímetro de duas Escalas (0-2.5) e (0-5) de corrente alternada e de corrente contínua |
| Descrição: | Composto por uma caixa de madeira, com uma pega em couro. O próprio apresenta-se como uma caixa em ferro que possui um mostrador protegido por um vidro, com um leitor das escala. Apresenta duas escalas, uma delas com o intervalo de 0 a 2.5 amperímetros, a segunda de 0 a 5 amperímetros. Estras escalas estão representadas por dois grupos de botões rotativos onde o primeiro com apenas dos botões corresponde à escala 2.5A, enquanto que o segundo grupo de botões (com quatro botões), corresponde à escala 5A. |
| Finalidade: | Instrumento de medida da intensidade de amperímetros (A), no fluxo da corrente elétrica que passa através da sessão transversal de um condutor. Este aparelho é por sua vez, ligado em série no circuito e tem por isso, uma resistência elétrica interna baixa (poucos ohms) de modo a não alterar as condições de funcionamento do circuito, principalmente na corrente a medir. |
| História do Objecto: | Os primeiros instrumentos para medir correntes elétricas apareceram ainda em 1820, ano em que Öersted, físico dinamarquês, mostrou que elas podem provocar efeitos magnéticos, e eram conhecidos como “galvanômetros de tangente”. Consistia de uma bobina formada por várias voltas de fio, que tinha que ser alinhada para que o campo magnético produzido no seu centro estivesse na direção perpendicular ao campo terrestre. Uma bússola era posicionada no centro da espira. Tem-se então dois campos magnéticos perpendiculares, e a agulha da bússola vai apontar na direção da resultante; a razão entre os dois campos é dada pela tangente do ângulo que a agulha faz com o norte. Sabia-se que o campo magnético produzido é proporcional a corrente; portanto a corrente é proporcional a tangente do ângulo, daí o nome do aparelho. Décadas mais tarde, em 1882, Jacques Arsène d’Ansorval, biofísico francês, propôs um novo mecanismo, que tinha a vantagem de não depender do campo terrestre e poderia ser usado em qualquer orientação. O galvanômetro d’Ansorval é baseado na deflexão de uma espira móvel devido ao campo magnético de um ímã fixo instalado no aparelho. Outra grande vantagem era a escala linear: o ângulo de deflexão era diretamente proporcional à corrente percorrida. Por esses motivos o galvanômetro d’Ansorval é muito utilizado ainda hoje, e é a base dos voltímetros, amperímetros e ohmímetros analógicos. |
| Localização: | Corpo XXVII, Estante 71, Prateleira 299 |
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| Tipo de Material: | madeira, couro, ligas metálicas, ebonite, vidro e papel | ||||||||||||||||||||
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| Época / Periodo Cronológico: | |
| Século(s): | - |
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| Ano(s): | - |
| Modo de Incorporaçao: | Aquisição |
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| Observações: | Medidas correspondentes à caixa na horizontal. |