| Denomimaçao Especifica: | Caixa de tintas para desenho |
| Descrição: | Caixa em madeira com algumas aplicações em latão contendo na parte superior algumas pedras de tintas (originalmente eram trinta), godés e frascos de tinta para e execução de trabalhos na área de desenho. No interior contem um bloco de esboços e alguns pinceis. |
| Finalidade: | Utilizada para pintar os desenhos elaborados pelos alunos na disciplina de Desenho de Máquinas. |
| História do Objecto: | O desenho sempre esteve presente nos curricula desde a criação da Escola Industrial. A importância desta disciplina prendia-se com o facto de se o aluno, por mais que tentasse, não conseguisse ser perfeito na execução dos desenhos, teria deles um conhecimento preciso para a compreensão da linguagem gráfica, ou seja, o objetivo não era fazer escola de desenhadores, mas sim estudar a linguagem das formas e das cores de modo a utilizá-las pela sua perfeita leitura nas várias aplicações. O material e utensílios de desenho necessários à execução dos trabalhos práticos começaram a merecer destaque nos livros de instrução. À imagem de outros países tidos como mais evoluídos, eram impostas regras ao nível da qualidade e quantidade dos instrumentos de desenho. Assim sendo, em Portugal começaram, principalmente desde o início do século XX, a instituir-se normas: “O estudante deve ter os seus utensílios, servir-se deles, limpá-los e guardá-los e não os emprestar a ninguém” (Thomaz Bordallo Pinheiro), adquirir o material indispensável e ver o estojo de desenho como a peça mais importante no desenho rigoroso. |
| Localização: | Corpo XIV, Estante 41, Prateleira 170 |
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| Tipo de Material: | vários | ||||||||||||||||||||
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| Época / Periodo Cronológico: | |
| Século(s): | - |
| Ano(s): | - |
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| Ano(s): | - |
| Modo de Incorporaçao: | Aquisição |
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