| Denomimaçao Especifica: | Retorta de vidro, cap. 250 cm3 |
| Descrição: | Composta por um recipiente em vidro, podendo ser igualmente de grés, porcelana ou metálico, em forma de pipa, e com um gargalo alongado e curvo, voltado para baixo, que funciona de condensador. |
| Finalidade: | Utilizada em operações químicas de destilação, sublimação ou decomposição por calor. |
| História do Objecto: | Desde as suas origens as retortas foram usadas para destilações, sublimações e combustões. Imagens de retortas podem ser encontradas em manuscritos alquímicos e ao longo dos séculos os Químicos têm usado as retortas na realização dos seus trabalhos laboratoriais e nas ilustrações dos seus livros. Foram usadas por Lavoisier e mencionadas por António Gedeão em “Pedra Filosofal”. As primeiras retortas eram feitas em grés mas mais tarde surgiram em porcelana, vidro e metal para responderem às necessidades laboratoriais cada vez mais complexas. |
| Localização: | Exposição - Sala de Química - 15 |
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| Tipo de Material: | vidro | |||||
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| Época / Periodo Cronológico: | |
| Século(s): | - |
| Ano(s): | - |
| Justificação da Data: | |
| Outras Datações: |
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| Data: | |
| Ano(s): | - |
| Modo de Incorporaçao: | Aquisição |
| Preço: | 5$00 Esc. |
| Especificação: | Preço indicado no inventário de 1938 |
| Livros: |
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| Observações: | As primeiras retortas foram compradas na Marinha Grande em 1854 para o Laboratório Químico. (Relatório enviado pelo diretor interino da Escola Industrial - José de Parada e Silva Leitão para a Repartição Central do Ministério das Obras Públicas, setembro de 1854). |