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Informação do Objecto
Número de Inventário: MPL1197OBJ
Instituição proprietária: Instituto Superior de Engenharia do Porto
Super categoria : Objectos
Categoria: Física
Sub-Categoria: Ótica
Designação Genérica: Caixilho para reprodução de provas sobre papel
Outro Número de Inventário: 8,183 (Nov. 55) - 8,567/2 (184) - Fm 711
Detalhes do Objecto
Denomimaçao Especifica: Caixilho para reprodução de provas sobre papel ou chassi
Descrição:
Para obter uma prova positiva praticam-se várias operações, entre as quais se utiliza este instrumento: a) em primeiro lugar temos preparação do papel; b) seguidamente a prensa pequena é utilizada na impressão ou tiragem de provas, aplicando-se a face impressionável do papel sobre a chapa em que está a gelatina com o negativo, apertando-se contra uma lâmina de vidro, para que o contacto seja perfeito. A prensa (chassis de positivo) que é um caixilho retangular com uma placa de vidro sobre a qual se coloca a chapa com a face da gelatina voltada para cima, sobre a gelatina coloca-se a folha de papel com a face impressionável em íntimo contacto com a gelatina do negativo, por cima assenta-se uma prancheta de charneiras que se aperta pela ação de duas molas articuladas na beira do caixilho. Expõe-se depois à luz difusa o vidro da prensa ou diretamente a ação dos raios solares até que o positivo se forme e fique convenientemente reforçado, contudo a operação é delicada e só depois de muito exercício se adquire o conhecimento dos aspetos que deve apresentar para se obter uma boa prova. Pode examinar-se o estado da impressão abrindo um dos lados da prancheta de madeira e levantando a folha desse mesmo lado. As ações químicas são análogas às que se passam no negativo: a luz atravessando a chapa negativa nas regiões transparentes, ataca o cloreto de prata, a chapa enegrece em frente dos claros do negativo e fica branca em frente das sombras, por consequência, os claros e sombras do positivo correspondem agora aos naturais; c) por fim temos a viragem e fixagem.
Finalidade:
Utilizado para produzir provas em papel. Da prova negativa, e através deste processo, podia-se tirar um número indefinido de provas positivas.
História do Objecto:
A fotografia não tem um único inventor, ela é uma síntese de várias observações e inventos em momentos distintos. A primeira descoberta importante para a fotografia foi a câmara escura. A primeira pessoa no mundo a tirar uma verdadeira fotografia - se a definirmos como uma imagem inalterável, produzida pela ação direta da luz - foi J. Niépce, em 1826. Através dos irmãos Chevalier, famosos óticos de Paris, Niépce entrou em contacto com outro entusiasta: L. Daguerre. Durante algum tempo mantiveram correspondência sobre seus trabalhos e em 1829 formaram uma sociedade, que acabaria por não dar certo. Daguerre, em 1839, na Academia de Ciências e Belas Artes, descreve minuciosamente o seu processo ao mundo e requer a patente do seu invento na Inglaterra. Rapidamente, os grandes centros urbanos da época ficaram repletos de daguerreótipos.
Nesse mesmo ano, em Inglaterra, Talbot usava a camara escura para os desenhos nas suas viagens. Na intenção de fugir da patente do daguerreótipo no seu pais e solucionar as suas limitações técnicas, pesquisava uma fórmula de imprimir quimicamente o papel. É com ele que surge o processo de Calotipia, que ficou conhecido como Talbotipia e que foi patenteado em Inglaterra em 1841. A partir desse ano os métodos de revelação e fixação desenvolvem-se de tal modo que em 1851, ano da morte de Daguerre, a fotografia começa a crescer em popularidade e em quantidade.
Por tudo isto e mais que ficou por dizer, atribui-se ao século XIX a invenção e aperfeiçoamento da fotografia como usamos hoje. Ao século XX é atribuído a evolução das aplicações, o aparecimento da fotografia a cores, cinema, televisão, holografia e todos os usos científicos da fotografia hoje utilizados.
Localização: Corpo VII, Estante 19, Prateleira 75
  Marca Local Provniencia Inscrições
 1  Desconhecida 0 Desconhecido Sala de Física (sala nº 4)
Tipo de Material: madeira, ferro e latão
  Parte Descrita Tipo Medida Medição Unidade Medida
 1  Medidas gerais Largura 14.3 cm
 2  Medidas gerais Comprimento 19.2 cm
 3  Medidas gerais Altura 2.3 cm
Época / Periodo Cronológico:
Século(s): -
Ano(s): -
Justificação da Data:
Outras Datações:
  Estado Data Especificações
 1  Regular 2006-06-01 não tem vidro
 2  Regular 2005-09-13 Falta-lhe o vidro
Data:
Ano(s): -
Modo de Incorporaçao: Aquisição
Preço: 20$00 Esc.
Especificação: Preço indicado no inventário de 1938
Livros:
  Título Local Início Fim Catalogo
  Local Especificaçoes Processo Outra Início Fim
Observações:
Localização dentro da reserva - Corpo VII, Estante 19, Prateleira 75.
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